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O que é RSS?

O RSS (Really Simple Syndication) é uma forma prática de receber todas as notícias do Reseller Web no mesmo momento em que elas são publicadas. Através de softwares que utilizam protocolo XML chamados RSS feeders, ou Agregadores RSS, você pode adicionar as páginas do Reseller Web e de seus sites preferidos em uma única tela e a cada notícia publicada, você recebe um aviso sem que você precise navegar até o site onde a notícia foi gerada.

Como usar?

O primeiro passo para receber as notícias do Reseler Web em RSS é instalar um software agregador. Selecionamos uma lista dos programas mais utilizados caso você ainda não tenha um em seu computador:

  • · InstantaNews 1.1 (Freeware): Leitor de RSS integrado ao Microsoft Outlook
  • · Leitor de Notícias 2.5 (Freeware): Adicione suas próprias fontes de notícias ou utilize as fontes de notícia que são incorporadas automaticamente.
  • · e-FastNews 1.2 (Freeware): Leitor RSS em português.
  • · Active Web Reader 2.42 (Freeware): Simples de usar, mas é em inglês.
  • · Pluck 2.0 Beta 1 (Freeware): Leitor de RSS gratuito que roda no Internet Explorer 6.0 ou mais recente.
  • · RSSOwl (Freeware): Leitor de notícias RSS e RDF escrito em Java.
  • · FeedReader 2.9 (opensource): Popular programa XML

Para ler o conteúdo de cada um dos canais, copie o endereço do canal desejado e cole em seu programa RSS. Muitos programas reconhecem automaticamente os códigos XML das páginas disponíveis em RSS, bastando que você clique.

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  Violência
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São José dos Campos, 24 de Maio de 2013

Capitão das letras

23 de Julho de 2012 às 01h00 Cultura

Capitão das letras

Isabela Rosemback
São José dos Campos


O cravo e a canela do clássico de Jorge Amado ganham novos cheiros e sabores na novela “Gabriela” –adaptação que tem ido bem no ibope do horário das 23h, na Globo–, justamente no mês em que o autor, nascido em 10 de agosto, faria cem anos. A temperada versão televisiva do livro é apenas uma das homenagens prestadas ao literato, que soube tão bem desnudar a Bahia em seus livros, em data próxima à que o fim de sua história de vida também é lamentada.
Morto em 2001, prestes a completar 89 anos e a um mês de celebrar as sete décadas completas do lançamento de seu primeiro romance, “O País do Carnaval”, o ocupante da quinta posição da cadeira 23, na Academia Brasileira de Letras, deixou naquele fatídico dia 6 uma obra que ecoa até hoje em diferentes países, chegando a ser considerado o “Pelé da Literatura” pelo jornal The New York Times, à ocasião de sua morte.
Embora o termo “regionalista” seja contestado por escritores como João Ubaldo Ribeiro –que participou de uma mesa sobre Jorge Amado na edição deste ano da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), declarando ter ressalvas ao rótulo–, é assim que ele costuma ser classificado por figurar na segunda geração de autores modernistas, escola que tem Graciliano Ramos como grande expoente.
Comunista que foi, sua atuação na história brasileira não se restringe à literatura, mas estende-se ao campo político. Engajado e contrário ao Estado Novo, mantendo-se simpático a Luís Carlos Prestes, o autor chegou a ser preso por mais de uma vez, a ter livros queimados e a exilar-se antes de ser eleito deputado pelo Partido Comunista Brasileiro, do qual mais tarde desfiliaria-se para dar mais atenção à sua literatura, à qual acrescentaria doses de humor.
 

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